Kiko Pardini: Kiko Pardini: guir GUERRILHEIROS VIRTU@ISBlogs de ...: Categoria:!Predefinições para o domínio "Anarcopédia" Esta categoria contém predefinições ...
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Amanda Pardini Auto Estima
domingo, 2 de junho de 2013
Kiko Pardini: Kiko Pardini: guir GUERRILHEIROS VIRTU@ISBlogs de ...
Dentre os direitos o de não ter religião é o que mais incomoda a sociedade,... ”Todavia, o ateísmo é a ausência de religião, ou seja, a falta de credo religioso. Obviamente, a renúncia que representa o ateísmo também é aceita dentro de um Estado Laico. Por ser baseado na democracia e na liberdade de consciência, tanto caberá neste Estado qualquer manifestação religiosa, quanto será igualmente aceito aquele que não desejar tê-la”... Esta parte do direito de quem não deseja tela ter os mesmo direito no Estado Láico no Brasil é apenas tese, jamais alguem é aceito plenamente na sociedade sem religião, sem Deus, tem aqueles que politicos consagrados bradão à leiberdade por um Estado Láico, mas quando se referee ao Ateismo perdem força e calados deixa o ritimo social fluirem aos votos , porque devemos ser muito poucos e para não ter repeito politico, devemos também estar-mos entre aqueles que menos tem formação ,pois esta bandeira fica suja dos pés de quem religiosamente se limpa, não importando com respeito de quem não cre ter que conviver com bandeira agora sim repugnante. Politicamente estaremos vivendo com Estado tolerante a que se refere ao Estado Laico mas e principalmente referindo-se as muitas religiões e alguns Deuses quanto ao Ateu tera que ter mais paciencia e conviver com o desconforto de estar incomodando por não crer.
--Kiko58 20h13min de 11 de Novembro de 2010 (UTC)
| Anarcopédia | |||
|---|---|---|---|
| |||
| Gênero | Enciclopédia wiki multilíngüe | ||
| Pageviews | Ativo | ||
| Desenvolvedor | Milos Rancic | ||
| URL | http://www.anarchopedia.org/ | ||
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[editar] Funcionamento
Um dos objetivos da Anarcopédia é fazer uma enciclopédia anarquista livre tanto em seu conteúdo como em seu funcionamento, algumas de suas normas como as de neutralidade são similares às da Wikipedia no entanto diferem em alguns detalhes, como por exemplo que todo usuário registrado entra como moderador básico e os IPs an6onimas estão impedidos de criar artígos.Em troca, os sysops (administradores) são elegidos segundo o grau de confiança manifesto por alguns usuários, o que lhes permite bloquear e apagar páginas. Uma diferença da Wikipédia é que na Anarcopédia é possível bloquear IPs e usuários registrados exclusivamente em caso de vandalismo e sabotagem, sem contemplar nenhuma razão adicional para tal ação. Para outros tipos de conflitos as únicas opções são o diálogo ou a mediação. Os recursos para a manutenção provêm de doações voluntárias
Assim também possui seus detratores, ainda que a Anarcopédia tenha feito modificações e melhoras conforme as circunstâncias favoráveis e desfávoraveis, as críticas, as sugestões e as decisões por consenso têm se feito necessário. Quando
Quando o meu amigo tempo cobrar sua estática, sua inércia seu desapego. Estarei enfim sem entender o canto das aves canário, sem observar as cores das flores. Em algum lugar estarei imóvel como dormindo esquecido, das lutas dos ideais, que me fez vencer o tempo, este mesmo tempo que agora me abandona como vencedor distante, dos horários dos compromissos , das belezas que antes contemplava com admiração infantil. Continuará ele oportunizando chances para muitos que certo desta verdade ainda imaginam um apelo, um Deus, um socorro em outro céu. Seguindo como autônomo nos deixa distante esquecendo-se de quem fomos, entre espaço tempo, do pouco que criamos. O que importara o sorrir inocente da criança, a não ser para quem exista em seu tempo. O que importará as matas e seus encantos, o sexo oposto e seus prazeres, quando destes... O solo és mãe gentil. Qual a certeza que irradio que transmito a não ser lutar contra o tempo e continuar criar . Sim revolucionar as arcaicas ideias divinas e imprópias, politizar com ideias de cidadania a juventude e com minha altivez revolucionar este meu tempo para no mínimo constrange-lo, sim constranger o tempo este ser eterno com novas e revolucionarias funções de trabalho ideológico para somar a eternidade “juntos aos que viveram” uma reflexão de que a vida mesmo curta do senhor Feudal do Universo não terá compaixão. Kiko Pardini. --Kiko Pardini 12h19min de 3 de Novembro de 2012 (UTC)
[editar] Em português
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sexta-feira, 10 de maio de 2013
Amanda Pardini Auto Estima: Meu lampião Aladim.Pra onde foi ...
Amanda Pardini Auto Estima:
Meu lampião Aladim.
Pra onde foi ...: Meu lampião Aladim. Pra onde foi a magia, Dos contos entre famílias, Das noites entre lamparinas. Onde gado e ...
Meu lampião Aladim.
Pra onde foi ...: Meu lampião Aladim. Pra onde foi a magia, Dos contos entre famílias, Das noites entre lamparinas. Onde gado e ...
http://poesiapardini.blogspot.com.br/
Meu lampião Aladim.
Pra onde foi a magia,
Dos contos entre famílias,
Das noites entre lamparinas.
Onde gado e onças nos faziam companhia.
Tênue luz que a sombra ganha vida.
Paira o povo das tropas do contador.
Como picadeiro na sala de um circo de horror.
Onde cigano e garimpeiro teimam em ser vencedor.
Até que a permuta a tiro de lavrador,
Deixava rico a policia ou o doutor.
Em terra sem lei nesta cidade avistei.
Onde chega na modernidade,
Os filhos das histórias contadas.
Como prefeito como vereador.
Kiko Pardini
Cheia de folhas,
Destila uma sombra,
Com tantos amores.
Do fruto o sabor,
Como sabe-lo pela flor?
Na satisfação da composição,
Entender do outro a aspiração.
No pintar de uma saudade,
O reforçar a liberdade,
Na difícil luz da vontade.
Amor em paz
Eu amei
Eu amei, ai de mim, muito mais
Do que devia amar
E chorei
Ao sentir que iria sofrer
E me desesperar
Foi então
Que da minha infinita tristeza
Aconteceu você
Encontrei em você a razão de viver
E de amar em paz
E não sofrer mais
Nunca mais
Porque o amor é a coisa mais triste
Quando se desfaz
Vinícius de MoraesEu amei
Eu amei, ai de mim, muito mais
Do que devia amar
E chorei
Ao sentir que iria sofrer
E me desesperar
Foi então
Que da minha infinita tristeza
Aconteceu você
Encontrei em você a razão de viver
E de amar em paz
E não sofrer mais
Nunca mais
Porque o amor é a coisa mais triste
Quando se desfaz
Soneto de Fidelidade
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinícius de MoraesDe tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Meu lampião Aladim.
Pra onde foi a magia,
Dos contos entre famílias,
Das noites entre lamparinas.
Onde gado e onças nos faziam companhia.
Tênue luz que a sombra ganha vida.
Paira o povo das tropas do contador.
Como picadeiro na sala de um circo de horror.
Onde cigano e garimpeiro teimam em ser vencedor.
Até que a permuta a tiro de lavrador,
Deixava rico a policia ou o doutor.
Em terra sem lei nesta cidade avistei.
Onde chega na modernidade,
Os filhos das histórias contadas.
Como prefeito como vereador.
Kiko Pardini
Então
Que como a árvore,Cheia de folhas,
Destila uma sombra,Com tantos amores.
Do fruto o sabor,
Como sabe-lo pela flor?
Na satisfação da composição,
Entender do outro a aspiração.
No pintar de uma saudade,
O reforçar a liberdade,
Na difícil luz da vontade.
Onde o tempo no querer,
No deter o conhecer,
Com ele sempre o saber.
Kiko Pardini
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